terça-feira, 9 de agosto de 2011

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.: NOTÍCIAS - BRASIL

07/08/2011 - 1020
Biarticulados deixarão de existir com a chegada do metrô em Curitiba
Revista do Ônibus







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CURITIBA - Com a chegada do metrô, as linhas de biarticulado que hoje transitam nas canaletas vão deixar de existir. Sendo assim, o projeto prevê que a área, antes utilizada para o tráfego dos ônibus, seja inteiramente revitalizada. O novo espaço abrigará ciclovia, calçadão para pedestres, arborização e equipamentos de lazer, se transformando num verdadeiro parque em meio à cidade. "Com certeza, essas novas áreas vão mudar a cara da cidade", confirma o presidente do IPPUC.

Nas estações, além das bilheterias e demais estruturas necessárias para o funcionamento do metrô, serão implantadas áreas de convivência e quiosques comerciais para os usuários. Também está no projeto a construção de estacionamentos em algumas estações para que as pessoas possam deixar os seus carros e ir ao trabalho utilizando o metrô. "Nosso objetivo é realizar um projeto moderno e usual, sem ideias grandiosas. Queremos oferecer o necessário para o usuário sem extrapolar o bom senso para tornar o metrô curitibano um meio de transporte ágil e prático", conclui Almeida.

FOTO: DIVULGAÇÃO


Devido à topografia de Curitiba, a profundidade das estações do metrô vai variar conforme sua localidade. Segundo dados do IPPUC, as escavações serão feitas entre 12 e 23 metros na primeira fase. Já na segunda etapa, as profundidades aumentam, já que a parte norte da capital é mais alta e com o terreno mais acidentado.

A maioria das estações será subterrânea, sendo o acesso realizado por meio de escadas fixas e rolantes e, quando necessário, por meio de elevadores. Poderão ser com plataforma central (em ilha) ou com plataforma lateral, o que será definido pelo projeto operacional. As bilheterias e demais estruturas necessárias ao funcionamento das estações serão construídas no nível do Parque Linear, junto aos quiosques comerciais.

De acordo com o IPPUC, a primeira fase do metrô curitibano contará com 13 estações ao longo dos 14,2 km entre a CIC-Sul, próximo ao Ceasa, e a Rua das Flores, no centro da capital. Os primeiros 2,2 quilômetros da Linha Azul, partindo do Terminal CIC-Sul, serão percorridos em superfície - será o único trecho que passará por cima do solo.

Um viaduto será construído para que o metrô passe por cima da Linha Verde. O trajeto continua seguindo pela Rua Winston Churchill, onde passa pela Estação Terminal Pinherinho, Estação Santa Regina, Estação Terminal Capão Raso e Estação Hospital do Trabalhador. Já na Avenida República Argentina, o metrô terá mais quatro estações.Terminal Portão, Morretes, Santa Catarina e Água Verde. Em seguida, o trajeto segue na Avenida Sete de Setembro e percorrem as estações Bento Viana, Oswaldo Cruz, Eufrásio Correia e por fim a Estação Rua das Flores, onde termina a primeira fase do metrô.

O coração do metrô curitibano, onde será feito todo o controle e manutenção do sistema metroviário, ficará situado no Terminal CIC-Sul. La haverá um complexo administrativo e operacional onde os trens vão "dormir" para sofrer os reparos necessários. Há a possibilidade também de existir um dormitório na Estação Rua das Flores, para que as viagens iniciem a partir das duas estações.

Para atender todos os usuários da primeira fase do metrô curitibano, o projeto exige que seja adquirida uma frota com um total de 18 trens. Cada trem será composto por cinco carros e poderá transportar até 1.450 passageiros. De acordo com o IPPUC, o metrô vai passar a cada três minutos. Com isso, aumenta a capacidade, já que atualmente passa um biarticulado com capacidade para 230 pessoas cada 55 segundos.

O metrô tem a velocidade máxima de 80 km/h, mas vai trafegar a 35 km/h. Sendo assim, o trecho de 14,2 será cumprido em média em 25 minutos. Um biarticulado, que anda numa velocidade média de 15 km/h e ainda sofre interferências de semáforos e tráfego nos principais cruzamentos, faz o mesmo trecho em cerca de uma hora.

Cada vagão terá em seu interior um adequado conforto térmico e acústico para os passageiros e o condutor. Além disso será equipado com um sistema de ar condicionado para os salões de passageiros e cabines dos condutores, um sistema de iluminação eficiente e um projeto de comunicação visual e sonora que permita a perfeita orientação os passageiros.

Com informações do Paraná On Line

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Linha Verde será ampliada em Curitiba

02/08/2011 - Webtranspo

Trabalhos englobam trecho urbano da BR 116

Ampliação melhorará o tráfego da região.
A prefeitura de Curitiba ampliará o número de pistas de circulação da Linha Verde Norte no trecho urbano da BR 116, entre o Centro Politécnico e a Avenida Victor Amaral. Atualmente, este eixo conta com quatro faixas que serão transformadas em dez, sendo que duas serão destinadas exclusivamente para o transporte de coletivo.

“A Linha Verde está fazendo da antiga BR 116 uma referência em urbanização para o Brasil. Estamos transformando a rodovia que dividia Curitiba em duas partes em um grande eixo de desenvolvimento integrado pelo sistema viário e o transporte coletivo”, exaltou Luciano Ducci, prefeito do munícipio.

Edson Seidel, coordenador técnico das obras do sistema, explicou quais serão os benefícios da melhoria para o local. “Haverá uma mudança viária para melhor nesta região. Hoje há engarrafamentos neste ponto da rodovia, por causa do estreitamento da BR, que absorve o fluxo de veículos da Linha Verde Sul, com doze pistas, que afunilam em apenas quatro vias”, explicou.

A ampliação deste trecho da linha será feita de forma similar com a que foi feita na Região Sul da cidade, com duas faixas para coletivos, seis para veículos (três em cada sentido), e duas vias locais de passagem (uma em cada sentido) e  ciclovia. O empreendimento também restaurará a iluminação, paisagismo e calçadas.

Nesta fase do empreendimento, com extensão de aproximadamente 2,3 quilômetros, serão investidos R$ 52 milhões, aportados pela Prefeitura e a AFD Agência Francesa de Desenvolvimento. A melhoria contempla os bairros de Jardim Botânico, Jardim das Américas, Cajuru, Cristo Rei, Capão da Imbuia e Tarumã.

A Linha Verde é a maior avenida em construção de Curitiba, quando finalizada terá 22 quilômetros de extensão e conectará as zonas Sul e Norte da capital paranaense.